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Washington Quaquá afirma que PT do Rio de Janeiro seguirá os mesmos caminhos que Eduardo Paes

Washington Quaqua

No evento que oficializou a vitória de Alberes Lima e Diego Zeidan nos diretórios do PT, respectivamente na cidade e estado do Rio de Janeiro, o prefeito de Maricá e ainda vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Washington Quaquá, disse qual será a direção da legenda nos próximos passos da política fluminense.

Sobre as eleições para o Governo do Estado do Rio de Janeiro, Quaquá afirmou: “O PT do Rio tem um candidato majoritário para as próximas eleições, e ele é Fabiano Horta. Nossa intenção é que ele seja vice de Paes. Mas, se isso não for possível, ele poderá sair candidato ao governo do estado ou ao Senado. O nome dele está ratificado“.

Quaquá reforçou, também, que a nova direção estadual — presidida por seu filho Diego — não aceitará que os parlamentares do partido se afastem das orientações do comando da legenda, sobretudo em votações de projetos prioritários para o governo do qual o PT faz parte.

“Nós somos base do governo Eduardo Paes (PSD). Quem não quiser votar com o partido, não precisa ser parlamentar pelo PT. Vamos unificar e exigir fidelidade partidária. Um parlamentar do PT não foi eleito por vontade própria. Foi eleito pelo partido. E terá que seguir as orientações dele”.

A fala se deu por conta de alguns rachas recentes no PT do Rio de Janeiro. Um deles ocorreu na votação do projeto que regulamentou a Guarda Municipal armada na cidade do Rio. Dois vereadores, Leonel de Esquerda e Maíra do MST, votaram contra. A divisão provocou protestos no grupo político de Paes e houve até ameaças de rompimento da aliança.

Contudo, ele mandou outro recado para Paes. O prefeito de Maricá disse que o PT renunciará às secretarias que ocupa na gestão municipal caso não haja orçamento e condições para implementar os projetos que pretende desenvolver.

“Nós não somos o partido da boquinha. Não precisamos disso. Somos um partido que veio para melhorar a vida das pessoas. Queremos colaborar com o projeto da cidade, mas precisamos ter condições e orçamento para isso. Se não tivermos, saímos do governo e continuaremos apoiando, mesmo sem cargos”, pontuou.

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