
O carnaval 2026 vai chegando ao fim e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) encerrou a operação dos postos médicos para o evento com um total de 4.970 atendimentos, entre sambódromo (ensaios e desfiles) e nos blocos de rua. Somente no sábado das campeãs (21/02), foram 601 atendimentos. Nos sete dias de apresentações das escolas de samba – incluindo Série Ouro, Grupo Especial e mirins – 3.530 pessoas receberam assistência nos postos da Marquês de Sapucaí.
A SMS montou seis postos médicos no sambódromo e quatro nos principais circuitos no carnaval de rua, dois no Centro e dois na Zona Sul. Ao todo, foram 780 atendimentos nos blocos. Os dois postos do Centro encerraram suas atividades neste domingo (22/02), após o desfile do Monobloco, um dos 10 megablocos aos quais os postos médicos deram suporte. Ao todo, foram 13 dias de operação desde o dia 24 de janeiro, dando cobertura para um total de 55 blocos.
Nos ensaios técnicos das escolas de samba no sambódromo, da Série Ouro e do Grupo Especial, foram 660 atendimentos. A operação ocorreu por nove dias, nos três fins de semana que antecederam o carnaval, e também contou com seis postos em funcionamento.
Os postos pré-hospitalares da SMS nos grandes eventos têm o objetivo de prestar pronto-atendimento a quem precise, com resolutividade, evitando a sobrecarga dos hospitais. Do total de pessoas atendidas nos postos, 92,5% tiveram suas questões de saúde solucionadas no local e apenas 374 precisaram ser transferidas para unidades hospitalares, para cuidados mais complexos. Os hospitais de urgência e emergência da rede municipal receberam reforço nos plantões para o período.
As principais causas que levaram as pessoas a precisarem de atendimento nos postos médicos durante o carnaval foram descompensação de doenças crônicas; picos de pressão; mal-estar e fadiga devido ao calor e, no caso do sambódromo, também ao esforço do desfile e peso das fantasias; dor de cabeça; cortes; entorses; lesões ortopédicas; contusões leves; traumas por quedas; libação alcoólica.