quinta-feira, 10 de setembro de 2026 - 12:43

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A efemeridade do Poder – Bastidores do Rio

Foto: Daniel Martins/Diário do Rio

Política é como céu
Teve político que começou o ano certo que poderia ser eleito para o Guanabara, passou a mirar mais baixo, no TCE, e terminou dormindo de tornozeleira e vendo aliados se afastarem.

Política é como céu II
O poder é efêmero ou uma ilusão? Ou nunca se teve o poder de verdade… filosofia de botequim que cabe aqui.

Jordy x Jordy
Na última quarta-feira (10/12), o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) criticou o irmão Renan Jordy (PL) por ele ter agredido um bombeiro dentro da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) após ficar preso em um elevador na casa legislativa.

Jordy x Jordy II
Renan Jordy respondeu com um vídeo postado nas redes sociais, sem citar diretamente o nome do irmão, afirmando ter tranquilidade por nunca ter sido um “vagabundo”, nem ter se envolvido com “drogas” ou sido “um traficante”. Em outro trecho, ele sustenta que jamais foi “líder de torcida”, “violento” ou “ladrão”.

Jordy x Jordy III
Na mesma gravação, Renan também comentou sobre o passado do irmão por, segundo ele, “nunca ter sido traficante que saiu fugido de Niterói para o Sul e voltou de lá com o rabinho entre as pernas”. “Não fez nada de bom para a própria vida. Voltou de lá vagabundo, sem emprego, sem nada. Agora se coloca como paladino da moralidade”.

Jordy x Jordy VI
O deputado federal Carlos Jordy atribuiu as falas do irmão a um momento de instabilidade. “Embora eu critique as posturas dele, ele continua sendo meu irmão e isso afeta toda nossa família que está empenhada em ajudá-lo. No momento iremos apenas aguardar esse período triste passar”, disse ao Agenda do Poder.

Jordy x Jordy V
Já se fala no PL que a briga entre os dois vai além das acusações em si e tretas de irmãos. Existem disputas internas no partido e os Jordys não estão, necessariamente, do mesmo lado.

Amigo Meu
A assessoria de Alexandre Kanoploch, o AK, esclarece que, na quarta-feira, em seu dia de fúria contra os colegas que votaram pela prisão de Bacellar, o parlamentar foi pra cima sim, mas de Thiago Rangel (PMB), e não de Chico Machado (Solidariedade), seu “aliado e amigo”. Fica o registro

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