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Casos de Guillan-Barré associados ao Zika aumentam no Rio

De acordo com boletim divulgado nesta quinta-feira (17) pela Secretaria Estadual de Saúde, desde janeiro do ano passado foram notificados 319 casos de microcefalia associada a infecções congênitas.

Destes, sete casos foram confirmados, 16 foram descartados e 296 notificações ainda estão sob investigação. Atualmente a Secretaria Estadual de Saúde adota como critério de confirmação de microcefalia não apenas dados clínicos mas também exames radiológicos.

Desde novembro do ano passado, as autoridades estão monitorando também o número de grávidas com manchas vermelhas na pele, um dos sintomas do Zika vírus.

De acordo com a Superintendência Estadual de Vigilância Epidemiológica, mais de seis mil grávidas apresentaram o sintoma e 268 tiveram confirmação do Zika vírus.

Todas serão acompanhadas até o final da gestação. O resultado positivo para zika não configura a existência de microcefalia.

Ainda segundo o boletim epidemiológico, cresceu também o número de casos de Guillain-Barré, doença neurológica autoimune que pode ser desencadeada após infecção por vírus ou bactérias.

Desde julho de 2015, foram notificados 57 casos. Destes 18 foram compatíveis com infecção por Zika vírus, 36 ainda estão sendo investigados e 3 casos foram descartados.

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