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‘Classificar facções como terrorismo não traz ganho no combate ao crime organizado’, diz Mário Sarrubbo

Em entrevista à Jovem Pan, o secretário nacional de Segurança Pública do ministério da Justiça e Segurança Pública, defendeu que segurança pública tem que ser questão de Estado e não de governo

Reprodução/Youtube/JovemPanNewsSecretário nacional de Segurança Pública do ministério da Justiça e Segurança Pública, Mário Sarrubbo

A segurança pública tem sido um tema presente nas pautas política brasileira, principalmente após a megaoperação no Rio de Janeiro que deixou 121 mortos. Em entrevista à Jovem Pan, o secretário nacional de Segurança Pública do ministério da Justiça e Segurança Pública, Mário Sarrubbo, defendeu que classificar as facções criminosas como terroristas não é o caminho para combatê-la. “Precisamos avançar na segurança pública e deixar a ideologia e política partidária de lado, segurança pública tem que ser questão de Estado e não de governo”, disse.

“Classificar como terrorista não traz ganho nenhum no combate ao crime organizado”, acrescentou Sarrubbo, que destacou que há espaço para avanços, mas que precisamos de “novos tipos penais e reforma no campo das medidas cautelares se quisermos combater de forma mais eficiente o crime organizado”. Sarrrubbo até fez uma analogia, se que não dá para confundir Marcola com Bin Laden.

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O secretário explicou o seu posicionamento do porquê é contra equiparar facções a terrorismo. “Terrorismo é voltado as questões, politicas, ideológicas e religiosa, já as facções, atuma com fim de lucro, dominam territórios e ciclo econômicos, não há ganho no combate ao crime organizado”. Ele também destacou que chamar o crime organizado de narcoterrorismo não é benéfico para o Brasil, pois pode colocar em risco a soberania do páis

Questionado sobre a PEC da Segurança, Sarrubbo disse estar confiante de que em algum momento o Congresso vai se sensibilizar para aprovar porque “só vamos combater o crime organizado se trabalharmos de forma integrada”, declarou.

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