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Douglas Ruas propõe protocolo para proteger mulheres antes de decisão judicial

Divulgação

O pré-candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), defendeu a criação de um protocolo estadual para monitorar e acompanhar casos de violência contra a mulher logo após o registro da ocorrência.

A proposta foi apresentada na terça-feira (21/7), durante uma reunião com cerca de 85 mulheres, entre pré-candidatas, lideranças políticas e apoiadoras. O objetivo é garantir proteção às vítimas enquanto o pedido de medida protetiva aguarda análise da Justiça.

Segundo Douglas Ruas, muitas mulheres permanecem em situação de vulnerabilidade no período entre a denúncia e a decisão judicial. O pré-candidato considera necessário ampliar a atuação do Estado durante esse intervalo. “A legislação precisa ser aperfeiçoada. Em muitos casos, o pedido de medida protetiva leva até cinco dias para ser apreciado pelo juiz. O magistrado analisa um processo, enquanto a delegada está frente a frente com a vítima e conhece a urgência da situação. Precisamos garantir proteção imediata para que nenhuma mulher fique vulnerável nesse intervalo”, afirmou.

Participantes cobram presença feminina no governo

Durante a reunião, as participantes defenderam o fortalecimento das políticas públicas para as mulheres. O grupo também cobrou maior presença feminina em cargos estratégicos do Governo do Estado.

A vereadora de São Gonçalo, Patrícia Silva, declarou conhecer a atuação do pré-candidato e destacou sua relação com as demandas femininas. “Temos aqui um time de mulheres fortes e corajosas. Conheço o Douglas Ruas e sua gestão, por isso sei do seu olhar sensível e da sua capacidade de ouvir as mulheres”, afirmou.

O encontro também contou com a presença do pré-candidato ao Senado Carlos Portinho e do deputado federal Eduardo Pazuello.

Douglas Ruas afirmou que seu plano de governo terá políticas voltadas às mulheres em diferentes áreas da administração estadual. Entre as propostas apresentadas está a regionalização da assistência à saúde da mulher, com a descentralização dos serviços para ampliar o acesso ao atendimento no interior e na Região Metropolitana do Rio.

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