quarta-feira, 15 de abril de 2026 - 8:21

  • Home
  • Destaque
  • Lula fala com pai de Juliana e diz que Itamaraty pode fazer traslado

Lula fala com pai de Juliana e diz que Itamaraty pode fazer traslado

O Ministério das Relações Exteriores deve prestar “todo o apoio” à família de Juliana Marins, “o que inclui o translado do corpo até o Brasil.” A determinação é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ele anunciou em rede social que conversou hoje (26), por telefone, com Manoel Marins, pai de Juliana Marins, de 26 anos, que morreu no Monte Rinjani, na Indonésia.    

“Conversei hoje [26] por telefone com Manoel Marins, pai de Juliana Marins, para prestar a minha solidariedade neste momento de tanta dor. Informei a ele que já determinei ao Ministério das Relações Exteriores que preste todo o apoio à família, o que inclui o translado do corpo até o Brasil”, disse Lula em postagem publicada nas redes sociais.

Manoel Marins está na Indonésia para tratar dos trâmites de repatriação da filha. O acidente ocorreu no último sábado (21), mas a demora no resgate e as condições meteorológicas adversas na região impediram que socorristas alcançassem a jovem com vida.

O corpo de Juliana foi levado para Bali nesta quinta-feira (26), onde vai passar por autópsia. O procedimento deve esclarecer detalhes da morte.

A informação foi dada pela vice-governadora da província de West, Nusa Tenggara. Bali é uma ilha que fica ao lado de Lombok, onde está o vulcão Rinjani, onde Juliana faleceu.

A prefeitura de Niterói, cidade natal de Juliana, vai custear o translado do corpo de volta ao Brasil. O prefeito da cidade publicou na internet ontem (25) que teria assumido o compromisso depois de conversar com familiares da brasileira.

Juliana caiu da borda da cratera de um vulcão no monte na madrugada de sábado (21). O resgate só consegui alcançá-la na terça-feira (24), quando já estava morta.

Negligência

Para a família, houve negligência da equipe de resgate local. Em mensagem nas redes sociais, os familiares disseram que, se a equipe tivesse chegado ao local da queda em até sete horas após a chamada, Juliana ainda estaria viva.

Segundo o serviço responsável por buscas e resgate da Indonésia, a demora em iniciar os trabalhos de busca e salvamento no sábado ocorreu porque as equipes só foram avisadas depois que um integrante do grupo de Juliana conseguiu descer até um posto distante da queda. A caminhada durou horas.

Além disso, o deslocamento da equipe até o local também exigiu muito tempo e apenas na manhã de segunda-feira (23) os drones com sensores térmicos encontraram Juliana.

*Matéria alterada às 15h46 para acréscimo de informações

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

VEJA MAIS

Central do Brasil ganhará sua primeira praça de alimentação

Será o primeiro espaço destinado a alimentação dentro da estação — Foto: Cleomir Tavares/Diário do…

Pedido de vista adia votação da PEC do fim da 6×1 na CCJ da Câmara

Um pedido de vista coletivo feito pelas lideranças do PSDB e do PL na Comissão…

Instituições preparam orientações para reforçar pesquisas sobre vapes

O Instituto Nacional de Câncer (Inca), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e outras instituições de…

Ir para o conteúdo