Um dos principais nomes da esquerda fluminense na década passada, eleito para a Câmara Federal com 227 mil votos em 2018, atrás apenas de Marcelo Freixo, Alessandro Molon (PSB) perdeu espaço no partido e não será candidato nas eleições de outubro.
Molon esperava por uma cobiçada vaga de suplente de Pedro Paulo (PSD), candidato ao Senado com apoio de Eduardo Paes e Lula. Não conseguiu e ficou fora da nomimata do próprio partido, hoje sob a liderança de Comte Bittencourt, que aposta nas candidaturaa da vereadora e ex-secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação de Eduardo Paes, Tatiana Roque, no auditor da Receita Federal e influenciador Paulo Angelito, no youtuber José Fernandes e na ex-atleta Paula do Vôlei.
Na Alerj, as prioridades são as reeleições de Carlos Minc e Jari, juntamente com as apostas de Comte, o ex-prefeito de Iguaba Grande Vantoil Martins e o presidente da Câmara de Macaé Alan Mansur, aliado do prefeito Welberth Rezende, além do professor Renato Pelizzari, Wesley Teixeira e o ex-vereador do Psol, Doutor Marcos Paulo.
Nas eleições de 2022, Molon, foi candidato ao Senado dividindo voto do campo progressista com André Ceciliano na chapa de Marcelo Freixo, que acabou derrotada nas urnas por Cláudio Castro.