
O Tribunal de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil decidiu suspender a licença do advogado Marcello Guimarães, que já integrou o conselho da entidade no estado. A medida foi tomada após a análise de denúncias envolvendo episódios de violência doméstica relatados por ex-companheiras.
O caso ganhou repercussão ainda em 2025, quando vieram à tona processos judiciais movidos contra o advogado. Entre eles, uma ação por violência doméstica e uma decisão que determinou sua prisão preventiva, justificada pela necessidade de resguardar a integridade física e psicológica de uma das denunciantes. Também há registro de um episódio de desacato contra uma magistrada.
Na época, mesmo com os questionamentos em curso, Guimarães chegou a figurar entre os nomes cotados para compor a lista tríplice destinada à escolha de juiz substituto do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, o que ampliou a exposição do caso nos bastidores do meio jurídico.