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Operação no Maracanã resulta na prisão de 28 pessoas e apreensão de produtos pirateados

Divulgação: MPRJ

A Polícia Civil e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) realizaram uma operação conjunta no entorno do estádio do Maracanã, na noite da última quinta-feira (4), para combater a venda de produtos falsificados. A ação aconteceu antes do jogo entre Brasil e Chile pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2026.

Na ocasião, as autoridades prenderam 28 pessoas e apreenderam milhares de produtos falsificados; em sua maioria camisas e bonés das seleções de futebol. As peças possuíam logotipos e emblemas que simulavam as marcas originais. O material apreendido foi encaminhado para análise técnica.

Os vendedores foram conduzidos para prestar esclarecimentos. Um dos detidos tinha um mandado de prisão em aberto por roubo. Outro vendedor foi preso em flagrante por estar com um celular roubado em mãos.

O coordenador do Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (GAEDEST/MPRJ), Márcio Almeida, destacou que o combate à pirataria tem como objetivo reprimir crimes contra a propriedade industrial e intelectual, além de enfraquecer organizações criminosas por trás dessa produção dos produtos:

“Temos o compromisso de conscientizar a população para que evite a compra de produtos falsificados, que representam riscos sob diversos aspectos — desde prejuízos à economia formal até o financiamento de atividades criminosas. Seguiremos avançando não apenas com ações repressivas, mas também com um trabalho preventivo de orientação e conscientização do público”, disse Márcio.

A Polícia Civil informou que vai abrir uma investigação para identificar outros envolvidos na cadeia de produção e distribuição produtos pirateados.

Participaram da operação equipes do Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (GAEDEST/MPRJ), da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) e da 18ª DP (Praça da Bandeira).

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