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Porta dos Fundos cria “novo governador do Rio” e vídeo viraliza nas redes

O vídeo em formato de esquete foi publicado nesta quinta-feira pelo canal — Foto: Reprodução

No meio do vácuo institucional que tomou conta do Palácio Guanabara, sede do Governo do Estado, coube ao humor ocupar o espaço. Em vídeo publicado nesta quinta-feira (26/03), o Porta dos Fundos apresentou o que chamou de novo governador do Rio, um personagem sem rosto, sem nome e, como ele próprio resume, sem nada a oferecer.

“Boa noite, povo do Rio de Janeiro, ou pra quem sobrou dele. Eu sou o novo governador do estado. Meu nome é Ninguém”, diz o personagem, vestido de terno, mas sem cabeça, numa imagem que traduz o tom da esquete. A peça satiriza o momento político do estado após a renúncia de Cláudio Castro, que deixou o cargo na última segunda-feira (23/03) e abriu uma situação de dupla vacância no Executivo.

No discurso, o “governador” enumera ausências em sequência, do chefe do Executivo ao presidente da Alerj, para reforçar a sensação de desorganização. Em seguida, assume a própria falta de proposta como promessa. Segundo ele, seu governo será marcado pela transparência de “não prometer nada” e “não fazer p* nenhuma”, numa inversão irônica do discurso político tradicional.

Eleição Indireta

A sátira chega num momento em que o estado se prepara para uma eleição indireta na Assembleia Legislativa, que deve escolher um novo governador e vice para cumprir o mandato-tampão até o fim de 2026. A eleição será feita exclusivamente pelos deputados estaduais, em sessão pública convocada pela Alerj. Podem concorrer candidatos maiores de 30 anos, com domicílio eleitoral no estado e filiação partidária. As chapas precisam ter candidatos a governador e vice. O registro das candidaturas deve ocorrer em até cinco dias úteis após a publicação do edital de convocação.

Para vencer no primeiro turno, a chapa precisa obter pelo menos 36 votos entre os 70 deputados. Caso isso não ocorra, os dois mais votados disputam um segundo turno. Após a votação, a posse deve ocorrer em até 48 horas.

A definição da data para a eleição segue regras estabelecidas em lei estadual aprovada pela Alerj. Após a vacância do cargo, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, o desembargador Ricardo Couto de Castro, que assume interinamente o governo, tem até 48 horas para convocar a eleição indireta. No caso atual, esse prazo se encerra na próxima quarta-feira.

A partir da convocação, a eleição deve ser realizada em até 30 dias, em sessão extraordinária da Alerj. Com base nessa contagem, a votação tende a ocorrer no dia 22 de abril.

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