quarta-feira, 13 de maio de 2026 - 8:37

  • Home
  • Destaque
  • Quebra de sigilo acerca de pesquisas sobre Marielle Franco será discutida pelo STF

Quebra de sigilo acerca de pesquisas sobre Marielle Franco será discutida pelo STF

Conversa do Supremo gira em torno de recurso do Google para impedir a quebra de sigilo de usuários que pesquisaram sobre agenda da vereadora dias antes de sua morte

Guilherme Cunha/AlerjO Ministério Público do estado do Rio de Janeiro se manifestou junto ao STF, alegando que o Google estaria dificultando a investigação do assassinato de Marielle e Anderson

O Supremo Tribunal Federal (STF) está programado para discutir, nesta quarta-feira (16) um recurso apresentado pelo Google, que busca impedir a quebra de sigilo de usuários que realizaram pesquisas sobre a vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018. A decisão que será tomada terá implicações significativas, pois estabelecerá os parâmetros para a quebra de sigilo de históricos de busca de indivíduos. Esse caso possui repercussão geral, o que significa que a decisão do STF influenciará processos semelhantes no futuro. A análise envolve a legalidade da quebra de sigilo de um grupo de pessoas não identificado, sem que os investigados na apuração criminal sejam revelados.

cta_logo_jp

Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!

O Google contesta uma decisão anterior do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que autorizou a quebra de sigilo de usuários que pesquisaram sobre Marielle e sua agenda nos dias que antecederam seu assassinato. O julgamento foi retomado após um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes, que ocorreu em 2023. Até o momento, apenas a ministra Rosa Weber, que já se aposentou, apresentou seu voto, argumentando que não há respaldo legal para a ampla divulgação de dados pessoais de um grande número de usuários. O Ministério Público do estado do Rio de Janeiro se manifestou junto ao STF, alegando que o Google estaria dificultando a investigação do assassinato de Marielle e Anderson. Segundo o órgão, a empresa estaria criando obstáculos para a obtenção de informações necessárias, como o endereço de protocolo de internet (IP) de usuários que buscaram termos específicos entre os dias 10 e 14 de março, período em que o crime ocorreu.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

Publicado por Marcelo Seoane

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

VEJA MAIS

Prefeitura inicia vacinação atualizada da Covid-19 para idosos e gestantes

Crédito: Rafael Catarcione/Prefeitura do Rio Começa nesta quarta-feira (13), a vacinação atualizada contra a cepa…

Com juros altos, dívidas aumentam e exigem mais Desenrola, diz Boulos

As altas taxas de juros são um grande fator para o endividamento das famílias brasileiras,…

Decreto de Cláudio Castro sobre segurança de ex-governadores tem parte suspensa pela Justiça

Divulgação Governo do Estado O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro…

Ir para o conteúdo