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Reunião em Macaé agita bastidores e pressiona Cláudio Castro por espaço na sucessão

Enquanto a cidade de Macaé celebrava seu aniversário nesta terça-feira (29), um grupo seleto de prefeitos, ex-prefeitos e deputados — todos até pouco tempo integrantes fiéis da base de Cláudio Castro (PL) — aproveitava o clima festivo para tratar de um assunto menos protocolar: a sucessão estadual em 2026. As informações são de Berenice Seara/Tempo Real.

Na roda, estavam nomes como Welberth Rezende (Cidadania), prefeito anfitrião; Wladimir Garotinho (PP), prefeito de Campos; os ex-prefeitos André Português (PL), de Miguel Pereira, e Fernando Jordão (MDB), de Angra; os deputados estaduais Célia Jordão (PL) e Rosenverg Reis (MDB); o pré-candidato a deputado federal Márcio Rezende (MDB); e o sempre presente e barulhento Washington Reis, agora ex-secretário de Transportes e presidente estadual do MDB.

“Foi uma conversa boa sobre o Estado do Rio. Todos nós somos muito gratos ao governador Cláudio Castro, e só queremos ser ouvidos sobre a sucessão. Participar do processo, sendo ouvidos”, declarou Wladimir Garotinho, pelas redes sociais.

Embora o tom seja de gratidão, o encontro reforça a movimentação de um grupo descontente com os rumos da base governista, especialmente diante das candidaturas que já despontam no tabuleiro: Rodrigo Bacellar (União), presidente da Alerj, e Eduardo Paes (PSD), atual prefeito da capital.

E não foi o primeiro capítulo. No início do mês, parte do mesmo grupo já havia se reunido na Barra da Tijuca, em outro jantar recheado de insatisfações. A pauta? Abrir espaço para uma terceira via, sem “pressões, chantagens ou imposições”, como disse um dos presentes na ocasião.

Enquanto isso, Macaé vai se firmando como peça-chave na política estadual. No último fim de semana, quem também marcou presença por lá foi Eduardo Paes, que trocou o tradicional chapéu panamá por um modelo vaqueiro à la “Yellowstone”, durante visita à Expo Macaé, ao lado de Welberth Rezende. A foto viralizou, mas os bastidores da política local prometem cenas bem mais interessantes que qualquer ensaio fotográfico.

O que parece certo, por ora, é que o campo governista está longe de falar com uma só voz — e Macaé virou ponto de encontro (e talvez de ruptura) para quem quer ter lugar garantido na conversa sobre o futuro do Rio.

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