Rio intensifica combate ao Aedes aegypti no sambódromo

Rio intensifica combate ao Aedes aegypti no sambódromo

O local também atrai todos os fins de semana grande concentração de sambistas e torcedores para os ensaios técnicos das agremiações

A prefeitura do Rio de Janeiro (RJ) intensificou as ações de fiscalização e combate ao mosquito Aedes aegypti no sambódromo, na avenida Marquês de Sapucaí, que receberá milhares de pessoas para os desfiles das escolas de samba. O local também atrai todos os fins de semana grande concentração de sambistas e torcedores para os ensaios técnicos das agremiações.

Os agentes de combate ao mosquito aplicaram inseticida nesta terça-feira (26) e fizeram uma vistoria nos setores das arquibancadas, camarotes e frisas e nos ralos do sambódromo.

De acordo com o coordenador de Vigilância Ambiental em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Marcus Vinicius Ferreira, por ser um espaço com grande aglomeração de pessoas, o cuidado precisa ser redobrado. “Diminuindo a quantidade de mosquitos, reduzimos o número de fêmeas e, assim, a proliferação de larvas. Os agentes aplicaram inseticida em todos os setores, dando atenção aos ralos”, explicou.

O sambódromo passa por obras para a instalação de cadeiras, arquibancadas e camarotes para o carnaval. Os técnicos da Vigilância Ambiental fizeram uma varredura para eliminar depósitos e focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Na primeira fase da operação, carros aplicaram inseticida em toda a extensão da Passarela do Samba, dando atenção especial aos ralos. Em seguida, os agentes vistoriaram cada setor.

Até o carnaval, esse trabalho será feito semanalmente e inclui também a Cidade do Samba, na zona portuária, onde estão instalados os barracões das escolas do Grupo Especial e por onde transitam diariamente milhares de pessoas, envolvidas no acabamento dos carros alegóricos.

Instalações olímpicas

A prefeitura também está de olho nas instalações dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, que a cidade receberá em agosto e setembro, respectivamente. Segundo Ferreira, a cada complexo esportivo entregue, os agentes de saúde vistoriam o local.

“Em abril, tanto os centros de treinamento quanto o alojamento dos atletas contarão com agentes fixos e receberão a mesma atenção que o sambódromo recebe agora. Isso nos dá a garantia de que o problema será minimizado durante o evento.”

Fonte: Agência Brasil

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