quinta-feira, 21 de maio de 2026 - 6:00

Ultraleve cai no mar na praia de Copacabana

Um avião de pequeno porte (ultraleve) caiu no mar de Copacabana no começo da tarde deste sábado (27).

O Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro informou à Agência Brasil que foi acionado às 12h34 para a ocorrência.

A queda foi na altura do posto 3 da orla de Copacabana. Os bombeiros fazem buscas no local do acidente.

“Equipes da corporação atuam no local com todos os recursos disponíveis, incluindo motos aquáticas, embarcações infláveis, equipe de mergulho e apoio aéreo”, informa o comunicado.

Ainda não há confirmação sobre a quantidade de vítimas.

O sábado está sendo de sol forte no Rio, o que levou bastante pessoas à praia. Em dias de praia cheia, é comum a circulação de ultraleves que expõem faixa publicitárias sobre a orla carioca.

O posto 3 fica próximo ao tradicional hotel Copacabana Palace e perto de onde está montado o palco principal para o Réveillon.

Modelo e propriedade

A aeronave é identificada pela matrícula PT-AGB. De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o ultraleve é um Cessna modelo 170A, com capacidade para apenas uma pessoa.

O monomotor é operado e de propriedade da empresa Visual Propaganda Aérea – Eireli.

A situação de aeronavegabilidade era considerada normal, ou seja, apta a voar.

Investigação

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB), informou que investiga as causas do acidente com o ultraleve.

O trabalho de apuração será realizado por investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), escritório regional do Cenipa.

“Durante a ação inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação”, informa a FAB.

A FAB informou que espera concluir a apuração no “menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade da ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuinte”.

* Matéria atualizada às 15h14 para acrescentar informações

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