quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026 - 5:55

  • Home
  • Alerj
  • Ação pede bloqueio de bens de Cláudio Castro e aliados no caso Cedae-Master

Ação pede bloqueio de bens de Cláudio Castro e aliados no caso Cedae-Master

Cláudio Castro – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O caso Cedae–Banco Master ganhou mais um capítulo na Justiça do Rio. Foi ajuizada uma ação civil pública pedindo o bloqueio de bens do governador Cláudio Castro, do secretário da Casa Civil Nicola Miccione e do diretor financeiro da Cedae, Antonio Carlos dos Santos. As informações são de Lauro Jardim/O Globo.

A ação é do Instituto José do Patrocínio. A entidade acusa os três de gestão financeira irregular na aplicação de centenas de milhões de reais da Cedae em títulos do Banco Master, descrito no processo como uma instituição de alto risco.

No pedido, o instituto quer o bloqueio de contas bancárias, imóveis, veículos e participações societárias dos citados. Também pede que eles sejam condenados a ressarcir integralmente a estatal pelos prejuízos estimados em R$ 230 milhões, valor ligado aos investimentos feitos com verba da companhia no banco do empresário Daniel Vorcaro.

A ação ainda solicita indenização por danos morais coletivos. O argumento é que a operação teria violado a moralidade administrativa e afetado a confiança da sociedade na gestão de recursos públicos.

O processo também pede produção de provas. Entre as medidas, estão requisições de documentos ao Banco Central e à Cedae sobre mudança na política de investimentos e sobre as aplicações realizadas, além de perícia contábil para medir eventual prejuízo à estatal.

Entretanto, o processo acabou extingo pelo Poder Judiciário por falta de legitimidade do autor. Segue a decisão:

Nota

O Governo do Estado do Rio de Janeiro esclarece que a ação civil pública proposta pelo desconhecido Instituto José do Patrocínio foi extinta sem sequer ser analisado o seu mérito pela Justiça. Isso aconteceu em 7 de fevereiro, ou seja, antes mesmo da publicação da nota.

A Justiça considerou total falta de legitimidade do ente para representar a sociedade brasileira neste assunto específico. O juiz também entendeu que não foi demonstrado na ação o objetivo de proteção ao patrimônio público e social, e ao consumidor.

Os investimentos realizados pela Cedae seguiram critérios técnicos e normas de governança adotadas à época, não havendo qualquer irregularidade ou má gestão por parte dos responsáveis. A tentativa de associar o governador e sua equipe a supostos ilícitos não encontra respaldo nos fatos.

O Governo do Estado reafirma seu compromisso com a transparência, a responsabilidade na gestão dos recursos públicos e a confiança nas instituições.

Receba notícias no WhatsApp e e-mail

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

VEJA MAIS

TV Brasil lidera interações nas redes entre órgãos públicos em 2025

A TV Brasil conquistou o primeiro lugar no ranking das instituições públicas com maior número…

PL aprovado pela Alerj prevê cancelamento ágil e fácil de serviços continuados e produtos

Imagem ilustrativa / Foto: Freepick O Projeto de Lei 2.415/17, de autoria do deputado Átila…

Ministro pede debate sobre recursos para combater crime organizado

Após aprovação pela Câmara dos Deputados do PL Antifacção na noite de terça-feira (24), o…

Ir para o conteúdo