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Colégio Imaculado Coração de Maria realiza Natal Solidário para famílias do Jardim Gramacho

Divulgação

No dia 20 de dezembro, o Colégio Imaculado Coração de Maria promove mais uma edição do Natal Solidário, evento do qual participam colaboradores e voluntários, com o apoio da Juventude Missionária, grupo que promove ações sociais na instituição. A ação é voltada para crianças atendidas pela ONG CHEIFA (Central Humana de Educação, Ideias e Formação Alternativa), que atua no Jardim Gramacho, no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

No local, os estudantes do colégio do Méier, na Zona Norte carioca, oferecem suporte educacional, emocional e social às famílias carentes. A programação do evento envolve brincadeiras, além da apresentação de uma peça teatral encenada pelos alunos do colégio. Crianças e familiares participam ativamente das atividades.

Em 2025, os estudantes ampliaram a ação voluntária, atuando com mais frequência no apoio às famílias da Comunidade de Gramacho, território historicamente marcado pela precariedade de políticas públicas e falta de apoio à população.

A parceria entre o Imaculado Coração de Maria e a Cheifa teve início, no Rio, em 2023, na VI edição da Missão Sem Fronteiras, evento da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo que mobiliza estudantes de todo o Brasil. A experiência empolgou os membros da Juventude Missionária que decidiram dar continuidade ao projeto, através da organização do primeiro evento de confraternização entre a comunidade escolar e as famílias atendidas pela ONG.

Em 2023, a unidade de ensino abriu suas portas para receber as famílias em uma celebração especial de Natal. A medida permitiu às crianças de Gramacho um dia de alegria, cuidado e interação. O evento se repetiu em 2024. E este ano acontece de forma ampliada e ainda mais afetivo.

Realidade do Jardim Gramacho

Durante décadas centenas de famílias viveram das atividades ligadas ao antigo aterro sanitário de Gramacho, cujas atividades foram encerradas em 2012. Antes do fechamento do maior lixão da América Latina, aproximadamente 60% dos moradores da região dependiam direta ou indiretamente da atividade econômica gerada pelo espaço. Enquanto funcionou o aterro de Gramacho atraiu populações vulneráveis, que se estabeleceram em moradias precárias, formando bolsões de pobreza e baixa infraestrutura urbana, cujos impactos são vistos até os dias atuais.

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