
No Carnaval do Rio, a bateria é o motor da escola de samba, e a rainha de bateria é sua expressão mais visível. Ela não só apresenta os ritmistas ao público como também traduz em atitude, samba no pé e conexão com a comunidade o que cada escola quer dizer na avenida. A figura da rainha existe desde os anos 1970, quando começou a assumir papel de destaque à frente dos ritmistas, e ganhou força nas décadas seguintes, se tornando símbolo de presença, ritmo e identidade nas grandes noites de desfile.
A seguir, a lista atualizada das 12 escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro e suas rainhas de bateria no Carnaval 2026:
Acadêmicos de Niterói — Vanessa Rangel

Empresária e influenciadora, Vanessa faz sua estreia como rainha de bateria coincindo com a primeira participação da escola na elite do carnaval. Em 2026, ela se mantém presença constante nos ensaios e eventos da agremiação, construindo uma relação próxima com a bateria e com a comunidade.
Imperatriz Leopoldinense — IZA


A cantora IZA retorna ao posto que já ocupou na verde e branco, trazendo seu carisma e presença artística para liderar a bateria no desfile. A volta ao posto se dá após alguns anos afastada por compromissos profissionais, reforçando a ligação entre o mundo da música popular e a tradição do samba-enredo.
Portela — Bianca Monteiro


Criada na comunidade e com samba no pé desde a adolescência, Bianca é rainha de bateria da Portela desde 2017. Passista desde os 13 anos, é referência da escola.
Estação Primeira de Mangueira — Evelyn Bastos


Figura histórica na Mangueira, Evelyn está há mais de uma década no posto que já pertenceu à sua mãe. Em 2026, completa 12 anos à frente da bateria dos mestres Rodrigo Explosão e Taranta Neto.
Mocidade Independente de Padre Miguel — Fabíola de Andrade


Rainha desde 2024, Fabíola construiu sua trajetória na escola como musa antes de assumir a bateria. É esposa do patrono da escola, o contraventor Rogério de Andrade, preso desde outubro de 2024.
Beija-Flor de Nilópolis — Lorena Raíssa


Uma das rainhas mais jovens da Sapucaí, Lorena segue no posto pelo quarto ano consecutivo. A conexão com a Beija-Flor vem de berço: sua família é parte da escola e ela estreou no posto ainda adolescente.
Unidos do Viradouro — Juliana Paes


Retornando ao comando da bateria da escola de Niterói após quase duas décadas, a atriz e rainha traz experiência e presença marcante. Ela estreou como rainha de bateria da Unidos do Viradouro em 2004 e permaneceu à frente da percussão até 2008.
Unidos da Tijuca — Mileide Mihaile


Influenciadora e veterana de carnavais, Mileide assume o posto pela primeira vez na Tijuca após trajetória como musa e rainha em outras agremiações.
Paraíso do Tuiuti — Mayara Lima


Viral nas redes sociais antes de assumir o posto oficialmente, Mayara é rainha desde 2023 e reconhecida por seu samba no pé e sintonia com a bateria. Sua história na escola começou ainda jovem, como passista.
Unidos de Vila Isabel — Sabrina Sato


Veterana na Sapucaí, Sabrina segue como rainha de bateria na Vila Isabel, escola com a qual tem longa história de participação nos carnavais. A presença cativa diante dos ritmistas é acompanhada de figurinos impactantes e entrega em cada apresentação.
Acadêmicos do Grande Rio — Virginia Fonseca


Estreante no posto, Virginia traz visibilidade e novos olhares ao Carnaval carioca. Influenciadora com grande alcance, ela tem se preparado para aprender a linguagem do samba e ocupar o espaço da bateria com postura própria.
Acadêmicos do Salgueiro — Viviane Araújo


Este ano, Viviane realizará seu 18º desfile à frente da Furiosa, coroando uma história que teve início em 2008. No carnaval do Rio, Viviane é mulher que está há mais tempo no posto de rainha de bateria. É frequentemente chamada de “Rainha das Rainhas”.