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Costa Verde: Parque Cunhambebe é reconhecido como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica

Crédito: Wikimedia Commons (Raphael Coelho)

Com cerca de 99% de cobertura florestal preservada e mais de 350 espécies de aves registradas, o Parque Estadual Cunhambebe, na Costa Verde fluminense, foi oficialmente reconhecido como posto avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Administrada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a unidade de conservação ocupa quase 40 mil hectares entre os municípios de Angra dos Reis, Mangaratiba, Rio Claro e Itaguaí.

O Cunhambebe abriga uma das áreas mais relevantes de Mata Atlântica no Estado do Rio, além de abrigar muitos animais ameaçados de extinção. A unidade de conservação conta ainda com importantes mananciais hídricos, como a represa de Ribeirão das Lajes, que abastece com água potável cerca de um milhão de pessoas.

O reconhecimento ao Parque Estadual Cunhambebe foi concedido no fim de 2025 pelo Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA), dentro do Programa Homem e a Biosfera da Unesco, iniciativa internacional dedicada à gestão sustentável dos recursos naturais. A iniciativa evidencia a eficácia das políticas públicas ambientais adotadas pela administração fluminense.

Ainda como protetor de vários ecossistemas essenciais, o Cunhambebe funciona ainda como corredor ecológico, fazendo a conexão entre o Parque Nacional da Serra da Bocaina e a Reserva Biológica Federal do Tinguá, contribuindo para a manutenção da biodiversidade e o fluxo genético entre espécies.

Ampliação da Rede de áreas protegidas

A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, considerada um modelo global de conservação participativa e sustentável, reúne unidades estratégicas para a proteção da Mata Atlântica, um dos biomas mais ameaçados do planeta. E com a inclusão do Cunhambebe, o estado amplia a sua participação na RBMA. Também participam da rede: o parques estaduais da Ilha Grande, da Serra da Tiririca, o da Pedra Branca, além da Reserva Biológica Estadual de Guaratiba, entre outras unidades administradas pelo Inea.

A ampliação da rede coloca o Rio de Janeiro como referência na proteção da biodiversidade em escala global e fortalece a conservação ambiental no território fluminense.

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