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Governo do RJ exonera pai de preso investigado por participar de estupro coletivo

Vitor Hugo Oliveira Simonin, filho de José Carlos, se apresentou à polícia nesta quarta-feira (4), por suspeita de envolvimento no crime contra uma adolescente

Divulgação / RepublicanosJosé Carlos Costa Simonin, exonerado pelo governo do RJ do cargo de subsecretário de Governança e Gestão

O Governo do Estado do Rio de Janeiro publicou, nesta quarta-feira (4), a demissão de José Carlos Costa Simonin do cargo de subsecretário de Governança e Gestão. Ele é pai de Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, investigado pela Polícia Civil por participar de um estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, em Copacabana. A decisão consta no Diário Oficial do Estado.

Vitor Hugo foi preso nesta quarta-feira, após se apresentar na delegacia com um advogado. O crime aconteceu no dia 31 de janeiro, em um apartamento em Copacabana, na zona sul do Rio.

De acordo com as investigações, a vítima foi atraída ao apartamento por um colega de escola, um adolescente de 17 anos. Ao chegar ao prédio e perceber a presença de outros quatro homens maiores de idade, a jovem recusou a envolver-se com eles, mas, mesmo assim, foi levada e trancada em um quarto. No local, segundo a polícia, os suspeitos a forçaram a ter relações sexuais e submeteram-a a graves violências físicas e psicológicas.

A Polícia Civil identificou e indiciou os cinco envolvidos (quatro adultos e um menor). A Justiça expediu mandados de prisão preventiva para os maiores e de apreensão para o adolescente. Antes de Vitor, outros dois suspeitos já haviam se entregado à polícia na terça-feira (03): Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19 anos, e João Gabriel Xavier Berthô, também de 19 anos. Este último é jogador de futebol e teve seu contrato suspenso pelo Serrano FC logo após o caso vir à tona.

Um quarto adulto, identificado como Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos, segue foragido. Ele é estudante de Ciências Ambientais da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), que já anunciou a sua suspensão preventiva por 120 dias, proibindo-o de frequentar aulas e espaços de convivência da instituição.

As diligências seguem em andamento para localizar o último adulto foragido e o adolescente infrator. Em razão de novos relatos, a delegacia abriu dois novos inquéritos para apurar possíveis crimes anteriores cometidos pelos investigados.

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