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MULHERES SE DESTACAM EM SEGURANÇA E DEFESA CIVIL

Efetivo feminino cresceu nas corporações fluminenses

Desde o início de suas atividades na Polícia Militar, a atual comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) São Carlos, major Camille Jubram, de 40 anos, superou obstáculos e preconceitos para atingir o alto cargo. A policial que também já comandou a UPP Arará/ Mandela se orgulha da trajetória de credibilidade conquistada ao longo de 18 anos de história na PM. Camille é uma das cinco comandantes de unidades pacificadora em atuação e faz parte do grupo de aproximadamente 700 PMs mulheres lotadas em UPPs.

– Os desafios foram muitos. Havia na época um preconceito. Minha força física e equilíbrio emocional foram testados diversas vezes, mas perseverei. Passamos grande credibilidade para a população. Tenho orgulho da minha trajetória, do meu esforço e acredito que tenha aberto caminho para muitas outras mulheres – contou a policial.

Copiloto no Grupamento de Operações Aéreas, a bombeiro Raquel Lopes quer chegar ainda mais longe: deseja se tornar piloto de aeronave. A major da corporação militar, de 34 anos, fez diversos cursos antes de ingressar nos Bombeiros. Apaixonada por aeronaves, conquistou a função em 2014.

– As mulheres estão conquistando cada vez mais postos de trabalho. Temos atendido as expectativas e seguido em frente com muito trabalho – disse a major do Corpo de Bombeiros, que conta com 2.656 mulheres (dados de janeiro/ 2016).

Com 15 anos de Polícia Civil, a delegada Valéria de Aragão Sádio, da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Propriedade Imaterial, tem se destacado ao comandar a apreensão de produtos falsificados no Estado do Rio. Atualmente, 2.205 mulheres ocupam cargos na Civil, destas 156 são delegadas.

– A mulher tem muito a acrescentar à Polícia Civil. Em uma instituição assim tão complexa, há espaço para múltiplos perfis e talentos. Temos características como disciplina, sensibilidade e intuição – ressaltou a delegada.

Atuando na unidade responsável pelas guardas dos palácios Guanabara e Laranjeiras, a subcomandante da 1ª Companhia Independente da PM, capitão Marlisa de Oliveira Neves, de 34 anos, que já foi chefe da Comunicação Social do Bope, considera a atuação da mulher cada vez mais positiva.

– Carregamos conosco, no meu ponto de vista, um diferencial. Um olhar que presta atenção aos detalhes, um olhar de mãe – afirmou a subcomandante, que há 13 anos ingressou na corporação.

Atualmente, a Polícia Militar do Rio de Janeiro conta com 4. 461 mulheres em seu efetivo.

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