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Parque Piedade tem obras prorrogadas para a inclusão de uma base da Força Municipal

Projeto do Parque Piedade

A entrega do Parque Piedade, que está sendo construído na área onde funcionou a Universidade Gama Filho (UGF), na Zona Norte carioca, será postergada, segundo informação veiculada no Diário Oficial (D.O.) do município publicado na segunda-feira (22).

No documento, o Executivo municipal informou ainda que concedeu autorização para um acréscimo de R$ 3,5 milhões para a construção do equipamento. O custo total para a entrega da área de lazer soma R$ 77,6 milhões.

A Secretaria Municipal de Infraestrutura (SMI) informou que a prorrogação do prazo da entrega do Parque Piedade está relacionada à construção de uma base da Força Municipal – grupamento de elite da Guarda Municipal, no local. Segundo a SMI, a inciativa teria exigido “ajustes administrativos no contrato”, repercutiu O DIA.

A inauguração da área de lazer, no entanto, deve acontecer até dezembro de 2025, ainda segundo a secretaria, apesar de o D.O. informar a “prorrogação do prazo com a criação de mais quatro etapas de 30 dias”.

Obras tiveram início em setembro de 2023.

Ocupando uma área de aproximadamente 20 mil metros quadrados, o Parque Piedade está sendo erguido no espaço onde funcionavam os quatro prédios da extinta Universidade Gama Filho, na Rua Manoel Vitorino. As edificações foram implodidas para liberar o terreno.

O projeto da Prefeitura do Rio para o equipamento é semelhante ao Parque Madureira. O espaço de Piedade terá áreas de lazer, academia, campo de futebol, pista de skate e horta urbana. No parque também serão construídos um memorial da UGF, um espaço para feiras e eventos, um parque aquático com cachoeira artificial e um parcão.

A construção do Parque Piedade foi ameaçada pela violência urbana. No início do ano passado, o prefeito Eduardo Paes (PSD) denunciou que as empresas responsáveis pelas obras do equipamento estavam sendo extorquidas por bandidos da região. De acordo com Paes, os criminosos chegaram a cobrar cerca de R$ 1 milhão para “permitir” que a construção tivesse prosseguimento. A Polícia interveio e prendeu os criminosos.

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