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Vereadora Benny Briolly sai do PSOL e anuncia filiação ao PT

Foto: Divulgação

A vereadora de Niterói, Benny Briolly, anuncia sua saída do PSOL e sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT), em um movimento que marca uma nova etapa de sua trajetória política. A decisão, segundo ela, não é motivada por mágoas pessoais e nem pelos episódios de violência política que enfrentou dentro da própria legenda.

Mesmo após sofrer perseguições públicas, ser alvo de cartas contra sua atuação, denunciar atitudes transfóbicas de parlamentares do próprio partido e enfrentar a retirada de seu fundo eleitoral — fator que contribuiu para uma derrota apertada por apenas 300 votos em uma disputa anterior — Benny permaneceu no PSOL. “Se fosse por perseguição, eu já teria saído antes. Resistir sempre foi parte da minha história”, afirma.

Estou saindo porque tenho compromisso com a conjuntura. Tenho compromisso com o enfrentamento ao bolsonarismo, com a defesa radical da democracia e com o meu povo — o povo pobre, o povo de favela, o povo que sempre esteve à margem das decisões políticas. Sou filha de cabeleireira e de porteiro. Sou a primeira da minha família a entrar na universidade. Sei o que significa vencer cada barreira estrutural deste país. Por isso, meu compromisso é coletivo”, disse a vereadora.

Agora, Benny explica que sua filiação ao PT está diretamente ligada à necessidade de fortalecer um projeto nacional popular. “Tenho compromisso com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a reconstrução do Brasil e com a consolidação de um campo democrático forte. O PT é o partido que historicamente construiu políticas públicas para tirar o povo da miséria, ampliar o acesso à universidade, garantir direitos trabalhistas e enfrentar a desigualdade estrutural. É com esse projeto que me identifico neste momento.”

De olho na disputa para deputada estadual este ano, Benny afirma que sua candidatura será instrumento de ampliação das lutas que já trava em Niterói para todo o estado do Rio de Janeiro.

“Não é uma mudança de partido. É um movimento estratégico para ampliar trincheiras. Minha luta continua sendo a mesma: justiça social, dignidade e democracia. Estou indo para o PT porque quero estar onde a batalha decisiva contra o fascismo e a desigualdade está sendo organizada.”

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