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Garotinho responde a 18 ações por danos morais que somam R$ 1,2 milhão

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O candidato do Republicanos ao Governo do Rio, Anthony Garotinho, responde a 18 ações por danos morais relacionadas a vídeos e acusações divulgadas nas redes sociais. Somados, os pedidos de indenização ultrapassam R$ 1,2 milhão.

Os dados fazem parte de um levantamento publicado pelo site Amado Mundo. O valor corresponde à soma das indenizações pedidas pelos autores das ações e não representa uma dívida ou condenação já imposta ao ex-governador.

Os processos também pedem a exclusão de vídeos e publicações. As indenizações solicitadas em cada ação variam entre R$ 20 mil e mais de R$ 100 mil.

As ações tramitam em diferentes varas cíveis da capital, de Niterói, Cabo Frio e Campos dos Goytacazes. Os processos estão em fases distintas e o simples ajuizamento não significa que os pedidos serão aceitos pela Justiça.

Banqueiro, secretária e empresa acionaram Garotinho

A lista de autores inclui o banqueiro André Esteves, a secretária estadual de Administração Penitenciária, Maria Rosa Lo Duca Nebel, e a distribuidora de combustíveis Ipiranga.

Também recorreram à Justiça nomes ligados à política do Norte Fluminense, como os deputados Thiago Rangel e Nelson Bacellar. O empresário Fernando Trabach e a advogada Juliana Bonazza aparecem no levantamento.

As ações são uma reação a vídeos nos quais Garotinho apresenta acusações contra adversários políticos, empresários, agentes públicos e empresas. Os autores contestam o conteúdo das publicações e alegam ter sofrido danos à imagem.

Justiça já determinou retirada de publicações

Nos casos envolvendo André Esteves e Maria Rosa Lo Duca Nebel, decisões judiciais determinaram que Garotinho retirasse publicações das redes sociais, sob pena de multa.

Em uma das ações envolvendo André Esteves e o BTG Pactual, a Justiça deu prazo de 48 horas para a exclusão de vídeos. Posteriormente, o banco pediu a aplicação de multa por suposto descumprimento da decisão.

Segundo o levantamento do Amado Mundo, os magistrados apontaram falta de provas para as afirmações feitas nas postagens analisadas. As ordens de remoção, porém, não significam que todas as ações tenham recebido uma decisão definitiva sobre os pedidos de indenização.

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